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Horror: Família assassinada
Menina mais nova ainda se tentou esconder debaixo da cama
Joana, de 11 anos, foi a última a ser assassinada. Estava a dormir, acordou com tiros e, assustada, tentou esconder-se debaixo da cama. O pai, que já lhe matara a mãe e a irmã, aproximou-se dela de revólver em punho. A menina, de cócoras no chão, morreu com uma bala na nuca.
A mulher foi morta, à porta do quarto, com um tiro de
caçadeira na boca A única explicação que a vizinhança encontra para a tragédia assenta na vida de Adelino Freire: o empreiteiro enfrentava sérias dificuldades nos negócios e passava noitadas fora de casa. A família Freire vivia numa vivenda geminada, na Rua Cidade de Coimbra, no Montijo.
Na manhã de segunda-feira, muito provavelmente depois das 08h00, Adelino matou a mulher, Idalina, de 40 anos, à porta do quarto: encostou-lhe o cano da caçadeira à boca e disparou. Pouco depois, Adelino vai ao quarto da filha mais velha, Ana, de 21 anos, finalista de Engenharia. Ela está deitada e recebe um tiro de revólver na garganta. Mata a seguir a filha mais nova, Joana. Adelino larga o revólver, volta ao quarto, empunha outra vez a caçadeira. Deita-se na cama,
encosta o cano por debaixo do queixo e prime o gatilho.
.....
MOTIVOS POSSÍVEIS
DINHEIRO
Uma das causas apontadas para este
crime hediondo são os problemas financeiros por que passavam as empresas de Adelino Freire. Investimentos mal feitos estavam a levar o empresário à falência.
AMOR
O facto de Adelino Freire passar muitas noites fora de casa e, por
vezes, fins-de-semanas inteiros, poderá ter provocado uma ruptura conjugal.
LOUCURA
Certo é o estado de instabilidade mental a que o empresário
chegou - única justificação encontrada para ter morto de forma violenta a família.
in Correio da Manhã por Ricardo Cabral
Etiquetas: faca e alguidar, imprensa, sangue, tablóide
Os jornalistas usam uma espécie de “Tábua dos 10 Mandamentos” para escolher as notícias e o seu destaque.
Chamam-lhe critérios editoriais, mas é um disfarce.
Bom, digamos que tem uns quantos que são verdadeiros ou mesmo aproveitáveis. Uma notícia é-o porque é nova interessante e diz coisas às pessoas.
Mas há os chamados critérios escondidos. Aqueles que de facto atraem as audiências. São os assuntos mais negros ou picantes da existência humana.
A morte, o sangue, o sexo, o sinistro.
É aqui que se explica porque o caso da menina Madeleine, desaparecida no Algarve - enche jornais de papel, falados na rádio e vistos na TV.
O caso Madeleine incorpora em si um eventual rapto por motivos sexuais e quiçá um homicídio.
Uma criança raptada, violada e morta é o topo da colina de qualquer escolha editorial tablóide que se preze.
Mais um pouco e só falta chafurdar na lama.
Nesse momento estaremos todos em frente de tv a ver.
No dia seguinte podemos todos criticar o assunto.
Mas já vimos e directo e ao vivo.
A alma negra dos jornalistas está de novo sintonizada com a do povo.
Este é o namorado da Elsa Raposo.Bem...

Sobre Maya:Etiquetas: citações, Elsa Raposo, imprensa, nobel, porno, relações públicas, sexo, tablóide, televisão, You Tube
ELSA E MÁRIO EM SILÊNCIO COM DVD 'PORNO'
O filme em que Mário Esteves e Elsa Raposo são vistos a manter relações
sexuais, que o Correio Vidas já visionou, não mereceu qualquer tipo de
comentário por parte do professor de surf, o autor das filmagens caseiras que se
prolongam ao longo de uma hora.O ex-namorado de Elsa Raposo não se quis
pronunciar sobre a existência do mesmo, enquanto Elsa Raposo, no Brasil, esteve
incontactável. O mesmo já não aconteceu com Gabriela de Luca, antiga companheira
do actual namorado da ex-apresentadora. “Já vi o filme e achei tudo aquilo
nojento”, confessou ao nosso jornal. “Nunca vi nada parecido. Aquilo só mostra o
nível baixo da Elsa Raposo”.
Etiquetas: amadoras, Elsa Raposo, imagem, imprensa, media, sexo, tablóide, televisão, You Tube
Setúbal: criança morre com infecção provocada por bactéria
da
meningite
30.12.2006 - 22h31 Lusa
Vem a seguir as televisões com directos vazios e inúteis.
Os jornais tablóides na sua gritaria.
Os jornais que dizem ser sérios no seu encalço.
As rádios com as reações do povo.
Cá está mais um ano e mais uma "epidemia" de meningite.
Até estou admirado. No ano passado não houve nenhuma. Este ano devemos levar a dobrar.
A menos que alguém fale de gripe outra vez e aí... que se lixe a meningite. Viva a Gripe!
Etiquetas: doença, Gripe, jornalismo, meningite, noticia, tablóide, televisão

Tanta comunicação numa primeira página e tanta confusão pela falta de comunicação com os aviões.
Em Portugal e em dia de notícia má, os visados geralmente parecem que fogem para o Brasil.
Não, não é uma piada para Felgueiras.